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Autoestima e Sexualidade: Seja o que quiser ser

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Autoestima e Sexualidade: Seja o que quiser ser

Segundo a pesquisa mais recente da ISAPS – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, os procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos tiveram um aumento total de 7,4% em 2019. O número expressa o aumento contínuo de cirurgias estéticas em todo o mundo. A ISAPS ainda informa que o Brasil realizou grande parte dos procedimentos cirúrgicos (13,1% do total), já os procedimentos não cirúrgicos tiveram aumento de 28%.

Mas ao que podemos associar este aumento de cirurgias plásticas? Atualmente mulheres – e homens também – se deparam com o tema “mito da beleza” com mais frequência. Os padrões sociais estéticos estão aos poucos sendo desconstruídos com a inserção de mais mulheres “reais” nas propagandas de TV e em outdoors, por exemplo.

De acordo com a educadora sexual Cris Arcuri, a educação feminina sempre foi totalmente diferente da masculina. Mas isso não é novidade, certo?! Entretanto, Cris explica que a apologia ao mito da beleza construiu uma sociedade objetivada e totalmente insegura com o corpo e a aparência.

“Hoje o país é líder em cirurgias plásticas e isso só vem aumentando, cada vez atingindo mais jovens entre 18 e 24 anos.  A autoestima é a imagem que temos sobre nós mesmas, e isso precisa ser fortalecido diariamente, diante ao acesso a tantas informações na palma das nossas mãos”, informa a sexóloga.

Existe sintoma para baixa autoestima?

Cris Arcuri ainda esclarece que a autoestima precisa ser trabalhada desde criança, sendo pais, parentes mais próximos e professores, os responsáveis pela nossa formação. “Muitas vezes nossos pais abalam a nossa autoestima porque eles são detentores de crenças limitantes. Perdoar faz parte da cura e fortalecimento dessa autoestima, é preciso aprender a valorizar seus pontos fortes, sejam físicos e de personalidades, e lidar com os defeitos, afinal, não existe perfeição”.

Irritabilidade; desânimo; vitimismo; insegurançaciúmes; reclamar de tudo; são alguns sinais de que você não está bem e que precisa de ajuda para viver melhor, informa Arcuri. “As pessoas gostam de valorizar a vida atrelada a velhice – viver bem para envelhecer bem. Eu digo que você precisa se cuidar para viver bem o tempo que tiver que existir aqui. Então, alimentar-se bem, isto é, menos industrializados e alimentos que contém açúcar e mais alimentos frescos é melhor”.

E complementa. “Meditar é uma ferramenta fantástica para oxigenar melhor seu corpo, suas células, consequentemente produzir hormônios, inclusive os sexuais. Praticar atividade física com frequência faz toda a diferença pra seu corpo, mente e sua autoestima sim!”.

Sexualidade e Autoestima

É fato: A baixa autoestima pode diminuir a libido. Conforma elucida a educadora, a libido, ou o desejo sexual, é totalmente subjetivo. “Isso significa que pode sofrer influencias externas como ansiedadeestresseautoestima baixa; falta de amor próprio; bem como problemas fisiológicos como desequilíbrio hormonal e tratamentos oncológicos, podemos citar também a chegada da menopausa. O importante é entender que o desejo é cíclico e que deve ser sempre estimulado para voltar a funcionar como se deve”, informa.

Ter amor próprio permite que você perceba os julgamentos apontados pelas pessoas quanto ao seu corpo, inclusive apontamentos do parceiro. Muitas mulheres consideram a opinião dos companheiros extremamente importante, porém, o ideal é que possamos nos olhar e definir por nós mesmas quando precisamos nos cuidar por saúde ou porque queremos.

E o que fazer quando o parceiro fala mal do nosso corpo? Cris é direta e objetiva: Você deve realmente se olhar e ver se isso vai te afetar diante da mulher incrível e cheia de qualidades que você é. “Um corpo é cheio de histórias e não pode ser mais padronizado como qualquer pessoa. O dia que você entender que é única, muito provável que esse tipo de comentário não te abale. A pessoa que faz isso, geralmente, tem problema com a própria autoimagem”, afirma a educadora.

Família opressora: Os parentes também podem ser tóxicos

Ao mesmo tempo em que a família pode estabelecer bases para bons sentimentos como o amor, também pode traçar caminhos que nos faz desenvolver pontos de fragilidade. É possível e comum que pessoas do nosso próprio âmbito familiar façam comentários como “você pintou o cabelo e ficou horrível” ou “você precisa começar uma dieta urgente”. Este tipo de crítica não é tido como ofensivo pois vem de alguém que consideramos ou amamos. É necessário diferenciar quando um familiar está tentando nos orientar, ajudar, e quando ele está tentando apenas nos diminuir.

E o que podemos fazer com estas pessoas? Apenas perdoar. Segundo Cris Arcuri, uma pessoa que tem compaixão ao próximo é aquela que consegue compreender o estado emocional alheio e ter dó de sua condição, desejando que esta consiga superar ou aliviar o seu sofrimento. “Todos temos uma ancestralidade, ou seja, ou forma como fomos educados, mas isso não significa que precisamos ser a mesma coisa para sempre”, e continua.

“Adquirimos conhecimento, estudamos, buscamos informação pra evoluir. Não dá mais para ficar vivendo dentro da caixa e sofrendo com tudo que o outro fala, por causa do ‘achismo’ da outra pessoa. Se fortaleça! Trabalhe essa autoestima e amor próprio diariamente. Se olhe mais com generosidade, e valorize todas as suas qualidades e a sua história!”.

Atitudes que fortalecem a nossa autoestima

A sexóloga dá dicas valiosas de amor próprio. Segundo ela, o primeiro passo é elencar 5 qualidades suas, e aprender a valorizá-las! “Por exemplo, se você gosta do seu cabelo – use acessórios, faça penteados diferentes. Gosta das suas mãos? Use e abuse de esmaltes, use anéis. Gosta da sua coragem? Compartilhe sua história com outras mulheres e pense que você pode ser uma inspiração para outras pessoas”.

Para as mamães de plantão Cris alerta: “Lembre-se que se você é mãe, mesmo calada, seus filhos, independentemente da idade, te observam e absorvem as coisas boas e as ruins também! Cuide do seu corpo, da sua mente e da sua alma. Tenha o seu momento de cuidado diário, faça atividades físicas. Tome muita água para sua pele, cabelo, unhas ficarem mais fortes, e claro, seu intestino funcionar. Exercite o mantra diário: ‘Eu me amo, eu me cuido e eu sou responsável por mim’!”

Como posso ajudar alguém com autoestima baixa?

Sabemos que a atividade física ajuda nosso corpo e mente, então esta dica sempre será mencionada. Mas você sabia que a música pode dar gatilhos? Sim! E positivos! Segundo Cris Arcuri, a música traz um gatilho de bem-estar para o cérebro de forma muito rápida. “Monte uma playlist alegre, que faça essa pessoa se lembrar de momentos de vitória, de momentos cheios de amor e a incentive ouvir o som assim que ela acordar!”.

A educadora completa, claro, com uma recomendação mais que especial: Sexualidade é toda força que nos impulsiona a viver, é o que faz a gente olhar para o lado e se interessar por alguém. “Este sentimento nos desperta a gostar de algum estilo de música ou esporte, é também se cuidar diariamente e sempre acreditar que dias melhores virão, que estamos de passagem…Então, que tal viver e construir uma boa história?!”.

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